Ah o cotovelo... maldito sejas tu, ó pobre coitado cotovelo. Duvido aquele que consiga lamber o próprio sem precisar fazer algum tipo de malabarismo de outro mundo. Duvido. Bem, existem aqueles que preferem lamber o cotovelo dos outros, afinal de contas, é mais fácil já que não há espaço suficiente para lamber o seu. Acho incrível a capacidade que alguns elementos possuem, principalmente aqueles que julgam ter inteligência superior (?), pois lêem todos os jornais, escutam todas as rádios, falam vários idiomas (?), viajaram para vários países (?), têm história e histórico para contar (?), de observar, sentados na varanda de casa tomando um chimarrão, cerveja de 5ª categoria ou chá preto disfarçado de whisky, de cuidar, apenas cuidar, o trabalho que é feito pelos outros. Já diria Robin, o famoso parceiro de Batman: Santa imbecilidade. Ah, desculpem, esqueci que a moda agora é DISCUTIR LIVRAMENTO. Pois bem, concordo em gênero, número e grau, porém, antes de discutir Livramento, como pedem tantos, é preciso discutir a importância dada em excesso para alguns que formam suas opiniões baseadas em opiniões alheias. Falta-lhes a capacidade de criar um raciocínio independente. O que lhes resta? O maldito cotovelo. E como dói um cotovelo ferido. Há quem diga que essa história começou por causa de uma moça que ficava na janela vendo a sua vizinha ter muito sucesso com o namorado, enquanto ela, debruçada, só assistia o inchaço dos seus cotovelos e tecia comentários indesejáveis. Ah, quase esqueço, há uma outra versão para o sentimento apelidado de ciúme que, eu, aliás, prefiro chamar de inveja. É a tal da canela inchada. Vamos à história? Uma outra moça, enquanto assistia a sua vizinha ter sucesso com o novo namorado, só sabia falar mal da vida alheia. A cada nova saída da sua vizinha, sorridente, feliz da vida, pois todos os seus planos estavam dando certo, ela dava um chute na quina de uma mesa qualquer demonstrando claro sinal de raiva, INVEJA (repito) e falta de capacidade para obter o mesmo êxito. Afinal, fácil é ser pedra, o difícil é ser vidraça. Xii, já ia me esquecendo. O carnaval dos hermanos. Ah ta. Cópia chula de gêneros musicais criados em outros países com plágio partiturado desavergonhado. Vamos falar de música? História da música, dos músicos, música latino-americana? Lamentavelmente eu não bebo, caso contrário teria o maior prazer em marcar essa conversa, ao vivo, e garanto que não seria o fim do mundo, em um bar qualquer. Bem, aos que toparem conhecer um pouco mais da história dos gêneros musicais, suas verdades e falsidades, fica o convite. É só marcar o dia e o horário, sem cerveja, é claro...
terça-feira, 12 de fevereiro de 2008
Entre dores e desamores
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Um comentário:
Cleizer... Antes o "Papo Sonoro" era uma coluna do jornal A Platéia, em um dado momento deixou de ser publicada e os leitores não ficaram sabendo o "porquê" da retirada da coluna do jornal. Ao caso semelhante: Instrumental Classe A - saiu do ar cedendo espaço para o "Sala de Redação". Papo Sonoro cedeu espaço a quem?
Tudo bem, os donos são donos, fazem coisas contrárias às nossas vontades e na maioria das vezes não podemos dizer nada, sobre tudo se disso depende a nossa sobrevivência (emprego). Mas criaste um blog, revivendo Papo Sonoro. Pergunto: qual é o motivo de não publicar mais amiúde este espaço, como fazias no jornal? Os donos do Jornal e da Rádio não gostam de blogueiros? Daniela, Jorge, Cleizer não dão atenção aos seus blogs, por quê? Temem fazer concorrência com os patrões?
st-mendes@bol.com.br
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