sábado, 25 de setembro de 2010
Rocha e metal
Ergueu-se um marco, fixou-se com modernos cravos uma placa que, em cada letra das frases contidas, traz consigo um pouco da história do quadro pintado com suor e lágrimas de anjos disfarçados de enfermeiros, trabalhadores da saúde, e que em um dado período da cinzenta e obscura história recente da Santa Casa de Misericórdia, deram a sua parcela de contribuição para a consolidação do processo de recuperação do nosocômio. Ali, na praça, eterna praçinha da bandeira, para alguns será sempre uma pedra e uma placa. Porém, para outros, e principalmente, aos que se dizem verdadeiramente santanenses, será o norte, o foco, e o fator preponderante a reinar e pairar na lembrança de quem deseja um hospital forte e cada vez mais nosso. Mesmo que tantos, e muitos destes, bons, esqueçam da necessidade do cumprimento do seu papel, e da revitalização permanente do sentimento de pertença, a pedra e a placa estarão lá. Rocha e metal. Comunidade e hospital.
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